Vermificando

VERMIFICANDO
(João Júlio da Silva)
 
Machuca…
sangra…
Como bandeira perdendo a cor,
estirada ao tempo,
acreditando na brisa
que lhe rouba a alma.
A ferida engole o abismo
e o ridículo se apossa
de mediocridades.
O espelho é nítido,
grita o pus que sufoca
gestos mórbidos
que clamam por liberdade.
É como seres em transe,
ao deus-dará…
nas trevas da insanidade
de bestas sem rumo…
à beira de sete palmos
de todos os vermes.
 varal
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