Absurdos

* João Júlio da Silva

Como folha solitária
levada pelo vento,
drummondiei-me
de poesia e sai
pessoando
versos por tabacarias,
sarjetas,
pedras no caminho,
esquinas, becos,
labirintos e baús de
quintanares.
Ceciliei-me
de estrela
e derramei luz
da inconfidência
por cordilheiras
nerudianas.
Onde hasteei
bandeira
em dias
de absurdos.

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